Na Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) Luiza Olindina da Silva Alves, da praia do Retiro em Angra dos Reis, seus residentes têm acompanhamento em atividade física e em terapias ocupacionais.
Estímulo à atividade física
Fortalecer os músculos e ossos, melhora o equilíbrio e a flexibilidade, o que é crucial para prevenir quedas e fraturas. Além disso, contribui para o controle de doenças crônicas como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos.
A atividade física estimula a produção de hormônios que promovem o bem-estar, como a endorfina, ajudando a combater a depressão e a ansiedade. Também pode melhorar a função cognitiva, a memória e a qualidade do sono.
Ao manter o corpo forte e a mente ativa, os idosos conseguem realizar suas atividades diárias com mais independência e por mais tempo. É importante que antes de fazer exercício físico, o idoso passe por uma avaliação médica e seja acompanhado por um profissional de educação física para garantir a segurança e a adequação dos exercícios.
Arte como terapia
“Adoro dançar. Faz com que eu me sinta viva. Já fui até passista de escola de samba”, declarou a residente Tereza da Silva Monteiro, de 86 anos de idade.
Enquanto a atividade física foca mais na manutenção da capacidade funcional do corpo, a arteterapia se concentra na saúde emocional, cognitiva e social. A pintura permite uma expressão introspectiva e criativa, e a dança combina movimento físico com expressão emocional e interação social.
A expressão artística funciona como uma ferramenta para liberar emoções e sentimentos, promovendo relaxamento, aumento da autoestima e uma sensação geral de bem-estar, quando realizadas em grupo, combatem o isolamento e fortalecem vínculos, criando um ambiente seguro para interação, diálogo e troca de experiências.
Essas atividades proporcionam uma melhora significativa na qualidade de vida, promovendo um envelhecimento mais ativo, feliz e saudável.










