Programa Pertencer promove inclusão de colaboradores PcD

Com o objetivo de construir um ambiente de trabalho mais inclusivo, acessível e acolhedor, o IGEDES possui o Programa Pertencer – Inclusão e Desenvolvimento de Pessoas com Deficiência (PcD) e reabilitados. A iniciativa busca garantir igualdade de oportunidades, valorizar a diversidade e oferecer condições para que os colaboradores possam desenvolver suas atividades profissionais com autonomia e qualidade de vida.

Um exemplo da importância desse projeto é a trajetória de Marcos Correa, enfermeiro da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) do Hospital Maternidade Angra dos Reis (HMAR), onde atua há sete anos.

Marcos já tinha dúvidas sobre a possibilidade de estar no espectro autista, a partir de observações e apontamentos de familiares. Após realizar uma avaliação, recebeu o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), nível de suporte 2. Inicialmente, optou por não comunicar a condição à empresa. No entanto, diante do agravamento de algumas manifestações no último ano, decidiu conversar com a gestão e compartilhar sua necessidade de suporte. Segundo ele, foi recebido de forma acolhedora.

“Hoje, ocupo esse espaço com mais segurança e compreensão sobre mim mesmo, sabendo que a instituição acolhe e oferece direcionamento. Isso faz diferença, porque são criados mecanismos para que eu consiga manter uma vida funcional, com autonomia e condições de exercer meu trabalho”, relata Marcos.

A trajetória de inclusão também está presente na matriz do IGEDES, onde atua Agatha Alves, de 25 anos, do setor de Recursos Humanos (RH). Formada em Gestão Comercial e pós-graduada em Diversidade e Inclusão, Agatha tem albinismo, condição que provoca baixa visão, e diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), nível de suporte 1.

“Estou no IGEDES há quase três meses e a experiência tem sido maravilhosa. Mesmo sendo uma pessoa com deficiência, não encontro limitações para realizar minhas atividades e tenho total autonomia nos meus processos. Também não me sinto definida por rótulos, ingressei por uma vaga não afirmativa e encontrei, na prática, um ambiente que promove a inclusão”, conta Agatha.

Para garantir que a inclusão seja contínua, o Programa Pertencer prevê um acompanhamento baseado na coleta e análise de indicadores relacionados à contratação, permanência, acessibilidade e desenvolvimento dos colaboradores PcD.

O Centro Carioca de Especialidades também conheceu o Projeto Pertencer. A partir deste mês de novembro, a unidade dará início a um processo de identificação e acolhimento dos colaboradores que optarem por se declarar pessoas com deficiência, visando à inclusão no programa.

 

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